Farmácia tem menor índice de testes positivos da Covid-19 no ano

testes 2

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A semana de 19 a 25 de julho registrou o menor percentual de resultados positivos da Covid-19 no ano, após os testes rápidos realizados nas farmácias. Dos 195.367 pacientes que se submeteram a exame no período, apenas 16,31% (31.863) receberam diagnóstico do coronavírus.

Segundo os números da Abrafarma, o índice é uma retomada do patamar da última semana de dezembro de 2020, quando 16,1% dos atendimentos confirmaram o quadro de Covid-19. Considerando todo o mês de julho, o varejo farmacêutico computou 151.971 casos confirmados depois de 853.838 testagens – 17,80% do total. O percentual é bem inferior aos 22,25% de junho e do pico de 26,28% de março.

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Testes

Desde a implementação do serviço, em abril de 2020, as farmácias realizaram 9.297.921 testes rápidos, com 1.962.924 resultados positivos (21%) e 7.334.997 negativos (79%). “Em média, são 20.480 pacientes que recorrem diariamente a esses estabelecimentos para detectar se estavam ou não infectados. Isso demonstra a relevância do serviço para desafogar a rede pública de saúde e evitar aglomerações em hospitais e prontos-socorros”, comenta Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Desde a implementação do serviço, em abril de 2020, as farmácias realizaram 9.297.921 testes rápidos, com 1.962.924 resultados positivos (21%) e 7.334.997 negativos (79%). “Em média, são 20.480 pacientes que recorrem diariamente a esses estabelecimentos para detectar se estavam ou não infectados. Isso demonstra a relevância do serviço para desafogar a rede pública de saúde e evitar aglomerações em hospitais e prontos-socorros”, comenta Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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A more complete molecular picture of lung squamous cell carcinoma comes into view

Researchers have developed the largest and most comprehensive molecular map to date of the lung cancer subtype lung squamous cell carcinoma (LSCC). Their effort brings proteomic, transcriptomic, and genomic data together into a detailed ‘proteogenomic’ view of LSCC. Analysis of that data has revealed potential new drug targets, immune regulation pathways that might help the cancer evade immunotherapies, and even a new molecular subtype of LSCC.

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