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P&G lidera projeto para formar jovens profissionais

PG Juliana Azevedo

PG Juliana Azevedo

A P&G deu início a um projeto no Rio de Janeiro, com a meta de formar cerca de 6 mil jovens profissionais e contribui para a inserção no mercado de trabalho. A companhia prevê destinar R$ 5 milhões à iniciativa, fruto de uma uma parceria com a ONG Instituto Proa e com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro.

As informações são do Valor Econômico. De acordo com a CEO Juliana Azevedo, o objetivo mínimo é viabilizar a incorporação de mil participantes a empresas parceiras do Instituto Proa e à própria P&G, que conta com três operações no Estado – na capital fluminense, em Seropédica e em Itatiaia.

Pelo projeto, os alunos terão cem horas básicas de conteúdo, voltado a carreiras, raciocínio lógico e língua portuguesa. Em um segundo momento, o programa contemplará conhecimentos sobre administração, logística, marketing digital e vendas. O formato será 100% online e a ONG ainda vai buscar equipamentos com outras instituições para ajudar alunos sem acesso a celular ou computador.

A idealização do projeto está diretamente associada ao cenário atual do mercado de trabalho nessa faixa etária. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos chegou a 29,9% em 2020, um patamar 6% acima do de 2019.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Aplicação da 2ª dose da Pfizer é marcada por escassez e informações desencontradas em Porto Alegre

Vacinas se esgotaram rapidamente em alguns pontos nesta sexta-feira. Mais uma vez a escassez de doses provocou corrida aos postos de vacinação de Porto Alegre por aqueles que precisavam fazer a segunda aplicação da Pfizer nesta sexta-feira. Filas, faltas de doses, informações desencontradas, além da chuva e do frio, fizeram o morador da Capital reviver as cenas caóticas do dia 5 de maio, quando havia poucas doses da Coronavac/Butantan.

Na maioria das 20 farmácias parceiras da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) houve filas com centenas de pessoas, logo as vacinas se esgotaram rapidamente. Em pelo menos uma das unidades de saúde, a ausência de doses da Pfizer já era conhecida desde o dia anterior. Mesmo assim, a Prefeitura de Porto Alegre manteve a divulgação de que haveria doses disponíveis no local. A diretora de Atenção Primária da SMS, Carol Schirmer, pediu desculpas pelos transtornos.

“Fui em duas farmácias, na Wenceslau Escobar, na São João e na Panvel, e não tinham mais doses. Já tinham distribuído senhas. Aí vi no site da Prefeitura que tinha aqui. Mas cheguei e não há doses”, descreve o morador do bairro Tristeza, Luis Henrique Hochhegger, que percorreu cerca de 17 quilômetros até a Unidade de Saúde Belém Novo, no extremo sul da Capital, por causa de uma informação desencontrada no site oficial da Prefeitura.

Desencontros

Conforme foi apurado, no local não havia mais doses da Pfizer desde quinta-feira à tarde. Hochhegger foi apenas uma das pessoas afetadas pela desinformação sobre a distribuição da segunda dose da Pfizer.

Também foi divulgado na página da Prefeitura, que haveria vacinação na unidade da Pague Menos, na rua José de Alencar, no Menino Deus. Entretanto, várias pessoas foram ao local e não encontraram vacinas desde o início. “A gente lamenta e não trabalhamos para ser desta forma”, responde Carol.

Nas farmácias, as filas foram crescendo conforme o tempo foi passando pela manhã. E em muitos dos locais, a quantidade de pessoas superou o número de vacinas disponíveis. Quem ganhava uma senha, tinha a vacina garantida. Quem não recebia, tinha que torcer para que restasse alguma dose, já que a SMS informou que não teria remanejamento de vacinas.

“Viemos até aqui por proximidade de casa. Quando fiz a primeira dose, no posto, tinha mais gente vacinando, estava mais organizado e não tinha este terror de faltar doses. Eu sou a última da fila que tem dose assegurada. Mas o senhor aqui atrás vai aguardar, porque pode ser que tenha uma redistribuição.

As pessoas estão com a data marcada para tomar a segunda dose e há uma fila imensa”, desabafa a Ana Lúcia Andrade, 54 anos, que estava aguardando na fila da loja da Agafarma da avenida Benjamin Constant, no bairro São João. Ela perdeu o marido e a mãe por causa da Covid-19.

Falta de logística

A diretora da SMS põe a culpa dos problemas a operação logística da Pfizer. “A vacina da Pfizer tem um período de descongelamento e cinco dias para ser usada. A gente não gosta de disponibilizar muito. Às vezes acaba pela manhã e a gente acaba não tendo como avisar que está em falta naquele local.

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Também as pessoas acabam indo num dia e não no outro. E a segunda dose vira a primeira. Porque, diluída, temos até 6 horas para utilizá-la. Certamente não vamos perder esta dose e acaba virando a primeira. A vacina da Pfizer é muito sensível. A ideia é não perder dose”, explica Carol

Ela afirma que a SMS está estudando uma forma melhor de fazer futuramente a aplicação da segunda dose da Pfizer. “Queremos implantar um agendamento por aplicativo para fazer a Pfizer. Em termos de processo logístico, ela é muito mais complicada. Bem diferente de outras, como a AstraZeneca, que é menos sensível à temperatura”, conclui Carol.

Fonte: Jornal Correio do Povo – RS

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/05/31/dsg-compra-franquia-de-farmacias-e-chega-a-mil-pdvs/

Senado debate impactos da pandemia na indústria farmacêutica

O aumento no custo de insumos, que encareceu o preço dos remédios, e a procura acelerada por medicamentos com a pandemia de covid-19, obrigou a indústria farmacêutica brasileira a se adaptar para ampliar rapidamente a produção. O assunto foi debatido em reunião da Comissão Técnica da Covid, no Senado, nesta sexta-feira (28). As informações são da Agência Brasil.

De acordo com Walker Lahmann, diretor de Relações Institucionais do laboratório Eurofarma, a empresa teve que multiplicar a produção de medicamentos para atender a demanda das UTIs nesse período da covid 19. Ele disse que em 2019 eram produzidos 300 mil frascos por ano do medicamento para intubação e somente até maio deste ano já foram produzidos 3 milhões de frascos do remédio.

Ele acrescentou que os insumos para a fabricação de medicamentos utilizados nas UTIs vêm da China e da Índia, e o frete por navio aumentou dez vezes nesse período o que eleva também o preço das medicações.

O presidente do Sindusfarma, que representa a indústria farmacêutica, Nelson Mussolini, afirmou que o preço dos insumos e a dificuldade de consegui-los impedir que as indústrias de remédios consigam estocar os produtos.

Também foi discutido na audiência o uso da oxigenação fora do corpo, através do ECMO, que filtra o sangue em aparelhos fora do organismo, e a possível inclusão desse tratamento pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. Os especialistas ressaltaram que apenas 1% dos pacientes com covid entubados precisam passar por esse procedimento.

Coordenadora-Geral de Gestão de Tecnologias da Saúde, Priscila Louly, ressaltou que é preciso avaliar se o SUS conseguiria disponibilizar esse tratamento, que seria destinado a poucos pacientes ao custo de R$ 28 mil por dia, por paciente.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Diabetes remission diet also lowers blood pressure and reduces need for medication

New research published in Diabetologia has shown that if people achieve and maintain substantial weight loss to manage their type 2 diabetes, many can also effectively control their high blood pressure and stop or cut down on their anti-hypertensive medication.

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