Depilação sem sofrimento: entenda como funciona o ciclo do pelo

Quer fazer depilação sem “sofrer” tanto? Você precisa ficar atenta (o) ao ciclo do pelo, uma espécie de “cronograma”. De acordo com Regina Jordão, fundadora e CEO da rede Pello Menos, o espaço de tempo deve ser preservado para que a pele não sofra complicações.

“O comprimento do pelo deve ser levado em conta, pois, se for longo demais, a dor durante a depilação pode ser mais intensa e, se estiver muito curto, serão necessários mais puxões com a cera, por exemplo, o que deixará a pele bastante sensível”, explica Regina.

Para te ajudar a fazer a depilação no período correto, Regina Jordão explicou como funciona o ciclo dos pelos. Confira:

Crescimento: também conhecida como fase anágena, é o momento em que o pelo começa a se desenvolver e é conectado ao folículo piloso. “Das três fases do ciclo, essa é a menos indicada para procedimentos de depilação, pois o fio ainda está em processo de formação e retirá-lo fora do tempo, pode causar não só dor, mas também inflamações, espinhas e pelos encravados”, detalha a CEO.

Repouso: essa é a fase chamada de catágena, ou seja, quando o crescimento do pelo fica em stand by. “Nesse momento, a atividade da célula se reduz e o fio já está queratinizado, levando à fase de crescimento”.

Desprendimento: a terceira e última fase é conhecida como telógena. Nesse momento há o desprendimento do pelo, surgindo um novo que, enquanto cresce, empurra o velho para fora do folículo. “Geralmente é o momento mais apropriado para sessões de depilação”, ressalta Regina.

Fonte: iBahia

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Depilação masculina: mitos e verdades

Ricardo Triano, professor de depilação, elaborou algumas questões para esclarecer Mitos e Verdades da Depilação masculina

Depilação com cera não é permitida na região íntima/peniana

Mito: Cera é permitido sim, e muito utilizada para depilação íntima masculina. Dê preferência a cera quente, pois a temperatura auxilia na dilatação dos poros, facilitando a saída dos pelos.

Depilar exige preparo da pele?

Verdade: Em uma pele hidratada os pelos são removidos com muito mais facilidade. É recomendado, em média, 3 dias antes da depilação realizar esfoliação corporal para remoção do excesso de pele e desobstrução dos poros.

Depois da depilação é preciso uma rotina de cuidados específicos

Verdade: A pele precisará de cuidados para que ela se recupere logo. Existem hidratantes próprios para tratar a pele pós depilação. Prefira esses!

Depilação completa na virilha aumenta o prazer sexual

Mito: O prazer sexual não está relacionado a ter pelos ou não na virilha. A retirada dos pelos, ou permanecer com eles, está ligado a preferências pessoais.

A depilação pode manchar ou escurecer a pele?

Verdade: A depilação deve ser feita sempre por um profissional capacitado, pois o mesmo terá condições de realizar o procedimento de maneira eficaz e segura. Quando a pessoa que vai realizar o procedimento não tem conhecimento, pode errar a temperatura da cera ou pode passar cera várias vezes no mesmo local. Outro fator importante: se a pele for exposta ao sol nas 48h seguintes ao procedimento, existe o risco de manchar. Deve-se respeitar o prazo de 48h para recuperação e usar sempre um protetor solar.

Usar protetor solar nas áreas depiladas pode prevenir manchas?

Verdade: O Uso de Protetor solar é indispensável, principalmente após a depilação, pois a pele está sensibilizada e se não for protegida pode manchar!

Depilação pode encravar os pelos?

Verdade: Os pelo encravados podem acontecer se a técnica não for feita de forma correta, ou se a pessoa tiver predisposição, uma produção de queratina muito alta, mas é muito fácil resolver! Recomenda-se realizar esfoliação corporal com sabonete ou creme esfoliante ao menos 1 x por semana.

Passar lâmina na pele, logo após a depilação com cera, evita que os pelos encravem

Mito: Jamais! Esse ato pode agravar ainda mais o estado da pele que já está sensibilizada. Deve-se usar gel calmante ou creme hidratante próprio para pós depilação, mas passar a lamina nunca!

Cera fria deixa os pelos encravados?

Mito: Não, a cera fria apenas é mais desconfortável, já a cera quente auxilia na dilatação dos poros fazendo com que o pelo seja removido mais facilmente.

Passar hidratante ou desodorante que contenha álcool, depois da depilação, irrita a pele?

Verdade: Qualquer cosmético que contenha álcool em sua composição não deve ser utilizado logo após o procedimento. A pele precisa de, ao menos, 24 horas para se recuperar! Como disse anteriormente, existe produto apropriado para pós depilação, como o CREME DE AZULENO, que, além de ação hidratante, vai agir como calmante e regenerador.

A cera quente aplicada com muita frequência pode causar flacidez

Mito: Cera tem uma ação superficial sobre a pele (epiderme), nada tem de contato com as fibras de elastina e colágeno da pele. CERA NÃO CAUSA FLACIDEZ, portanto.

A reutilização da cera traz problema de pele?

Verdade: Muitos problemas. Os principais são riscos de contaminação, de doenças como micoses, hepatite c, entre muitas outras. Cera é de uso individual e ao termino da sessão deve ser descartada. Fique Atento!

A depilação com cera quente faz os pelos crescerem mais depressa do que a depilação com cera fria?

Mito: Ambas fazem a extração do pelo desde a raiz, o tempo de crescimento do pelo vai depender da questão hormonal de cada pessoa!

Retirar totalmente os pelos da virilha pode trazer riscos à saúde?

Mito: Risco nenhum. Na era primata os pelos serviam como uma proteção, pois as pessoas não usavam roupas, sentavam e dormiam no chão, não havia vacinas e nada relacionado aos cuidados de saúde! Com a evolução dos tempos atuais, o pelo em determinadas partes do corpo não desempenham mais esta função. O acúmulo de pelo, de transpiração de odor e temperatura pode levar ao aumento de fungos e bactérias em determinadas áreas! Portanto, é super valido fazer a sua depilação!

Depois da depilação na virilha, o ideal é não usar roupa íntima?

Mito: Pode se usar sim, desde que a peça esteja limpa! Uma boa dica é levar uma peça limpa para vestir após o procedimento.

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

Depilação com cera ficou estigmatizada pela dor descrita por alguns como torturante. Isso ainda existe?

A dor está mais relacionada ao procedimento feito de qualquer forma pelo profissional. A tecnologia no desenvolvimento das ceras atualmente é de altíssima qualidade, apresentando fórmulas que precisamente aderem aos pelos e não a pele, deixando uma sensação de suavidade! Por isso a importância de escolher um bom profissional e dele escolher uma boa marca de produtos.

Qual a vantagem do homem tirar todos os pelos do corpo?

Para alguns homens, a remoção dos pelos pode ser libertador, dar mais conforto e bem-estar, principalmente em áreas intimas, que são regiões úmidas e quentes. Lembrando que é escolha de cada um. Há homens que sentem-se bem com seus pelos.

Fonte: aRede

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Depilação: conheça o melhor método para você

Se você tem o hábito de fazer depilação, seja com cera, lâmina ou a laser, sabe que em alguns casos pode ser demorada, dolorosa e até mesmo causar alergias dependendo da agressividade do método. Portanto, antes de fazer uma depilação é preciso conhecer as diferentes técnicas e saber se são recomendáveis para o seu tipo de pele.

O que é a depilação?

A depilação é um processo para eliminação de pelos e, de acordo com a dermatologista Analupe Webber, deve ser feito, dependendo do método escolhido, com acompanhamento médico.

Tipos de depilação e como são feitos

Lâmina

Além de barato, raspar os pelos no chuveiro é muito prático, especialmente quando não há tempo de esperá-los crescer. Ao contrário do que muita gente pensa, a lâmina não faz com que os fios engrossem, mas de qualquer forma essa técnica não é indicada para a depilação do buço.

O método é o menos agressivo, desde que se tenha o cuidado de evitar passar a lâmina no sentido contrário ao do crescimento dos pelos para não encravarem.

Outra dica é preparar a pele com cremes de barbear ou produtos próprios para depilação e aguardar três minutos para os fios amolecerem. Evite sabonete, hidratante e condicionador, que não têm esta finalidade e podem provocar alergia. Rápida e indolor, esta depilação corta os pelos rente à pele, por isso, eles crescem em um ou dois dias.

Cremes depilatórios

Os cremes depilatórios possuem quase o mesmo efeito das lâminas, pois dissolvem o pelo e não eliminam a raiz. Esses produtos têm tioglicolato na fórmula, uma substância química utilizada no alisamento de cabelos que quebra a estrutura do fio até que ele seja destruído, deixando a superfície da pele lisinha.

Este químico também pode inibir um pouco a velocidade de crescimento do pelo, o que pode aumentar seu intervalo de reaparecimento para até cinco dias após o uso. Os cremes ainda costumam possuir ativos hidratantes, como óleos e manteigas, além da vitamina E, que combatem o ressecamento do corpo ao mesmo tempo.

No entanto, embora os creme depilatórios sejam indolores, é sempre recomendado fazer um teste antes de usar esse tipo de produto. Aplique um pouco do creme na parte de trás do braço e espere 24 horas para ver se há alguma reação. Para fazer a depilação, é só seguir as instruções do fabricante. É importante controlar o tempo de aplicação à risca.

Deixar o cosmético em contato com a pele por mais tempo não melhora o resultado, pelo contrário, pode causar danos graves à pele. E, apesar das fórmulas estarem mais modernas, não são indicadas para regiões íntimas, pois o cheiro e o composto químico ainda é muito forte. Peles sensíveis também exigem atenção redobrada.

Ceras (quente e fria)

Essa é provavelmente a técnica mais dolorosa e demorada. Em compensação, o resultado é duradouro: até 20 dias, mas é preciso esperar que os fios estejam com um certo comprimento para que possam ser removidos.

O ideal é que tenham mais de 0,5 centímetros para que colem na cera e saiam mais facilmente, com menos puxadas e agressões. Entretanto, atualmente já existem no mercado produtos com camomila e aloe vera, que ajudam a acalmar as peles mais sensíveis.

Além disso, com o tempo, os pelos começam a nascer mais finos e a raiz tende a enfraquecer, diminuindo a quantidade. A facilidade para o surgimento de pelo encravado se deve a este enfraquecimento ou ao descuido na hora de puxar a cera na direção contrária ao nascimento da raiz.

Para ajudar, use um esfoliante corporal um ou dois dias antes da depilação. Remover as células mortas ajuda a liberar os pelos que ainda estão com dificuldade para sair.

Depilador elétrico

Diferentemente dos aparelhos de barbear masculinos, essas máquinas não cortam o pelo como uma lâmina. Graças a um rolamento no cabeçote, os fios são arrancados pela raiz sem afetar as camadas de proteção da pele, o que é higiênico.

Por arrancar os fios pela raiz, a opção pode durar até 25 dias e é ótima para onde os pelos crescem em diversas direções, como nas axilas. As desvantagens dos aparelhos elétricos são o desconforto (parecem arrancar fio por fio), além de aumentarem a chance de encravar os pelos.

Por isso, evite-os se quer eliminar fios mais grossos como os da virilha ou em regiões sensíveis como o buço. Casos de beliscões e hematomas não são raros, portanto, nunca faça a depilação íntima.

Depilação com pinça

A pinça é uma boa alternativa para retirada de poucos pelos em algumas áreas específicas como a região do queixo e sobrancelhas, por exemplo. Mas o principal problema é o trauma que ela pode provocar à pele, quando o uso for contínuo e se você insistir demais para remover os pelos curtinhos.

“Tem gente que cutuca os pelos e folículos pilosos todos os dias”, conta a dermatologista Cristine Almeida. Essa atitude pode provocar manchas acastanhadas e, muitas vezes, até nódulos e cicatrizes.

Se for feita da forma correta, a depilação com pinça não engrossa os pelos. As chances de encravamento são as mesmas que a da cera, já que os pelos também perdem a força e têm dificuldade para chegar à superfície da pele.

Depilação com linha

Também chamada de depilação egípcia, a depilação com linha pode ser dolorosa, mas causa poucos riscos para a pele, pois os pelos são removidos pela raiz. Esse tipo de depilação deve ser feito aproximadamente de 15 em 15 dias, mas o tempo varia de pessoa para pessoa.

Depilação a laser

A depilação a laser é uma técnica de remoção progressiva dos pelos feita através da energia luminosa do laser. Na depilação a laser, o alvo é a melanina, substância responsável pela coloração do bulbo e da haste do pelo, causando dano térmico mínimo ao tecido adjacente.

Há muitas perguntas se depilação a laser dói, mas no caso de pessoas muito sensíveis a dor, é possível utilizar cremes anestésicos.

Os tipos de laser mais utilizados para fazer a depilação a laser são o laser Alexandrite, o laser de diodo (800nm) e o laser Nd:YAG (1064nm). De acordo com a dermatologista Teresa Noviello, estudos sugerem que o melhor é o de iodo, que tem uma eficácia maior.

Fotodepilação

A fotodepilação é uma alternativa para acabar com os pelos a partir de luz pulsada. “Com esse procedimento é possível variar a intensidade e o espectro da luz, tornando o procedimento menos doloroso”, diz a dermatologista Regina Schechtman, da Academia Americana de Dermatologia.

Como o alcance da luz é maior, a fotodepilação não atua especificamente no pelo. Por isso, são necessários mais sessões para que se obtenha o efeito desejado.

Eletroterapia

A eletroterapia é realizada com um feixe de radiofrequência, diretamente na base do pelo, para gerar um calor no local e a morte desse folículo piloso desde a sua base.

Indicações de depilação para cada parte do corpo

A depilação pode ser feita por qualquer pessoa que se incomode com seus pelos. Contudo, regiões mais sensíveis como virilha, buço e partes íntimas exigem métodos menos agressivos. Aprenda então como escolher o procedimento mais recomendável para cada área da pele, dependendo do seu objetivo:

Pernas

Em geral, mulheres que depilam apenas meia perna utilizam cera fria ou em roll-on. “O resultado é mais satisfatório e nesta área a pele não é tão sensível”, explica a depiladora do The Elza, em São Paulo, Fátima de Souza.

Já nas coxas e suas partes internas, recomenda-se o uso de cera quente, pois é menos agressivo e dolorido. O calor tende a dilatar os poros, facilitando a remoção dos pelos.

Braços

Alguns homens recorrem à depilação de antebraços e região dos bíceps por estética ou para reduzir a sudorese excessiva. Nestes casos, por terem pelos mais grossos e resistentes, as opções de cera fria ou quente em roll-on também são as mais indicadas.

Axilas

O uso constante de lâminas não tende a engrossar os pelos (ao contrário do que muitos pensam), mas a sensação contínua dos fios apenas aparados, que não são arrancados pela raiz, pode gerar desconforto. A saída é alternar métodos de depilação, já que as ceras exigem um certo comprimento dos pelos.

As versões quentes também tendem a escurecer a região. Muitos homens têm apostado neste procedimento para reduzir o odor de suor.

Buço

Só use a pinça caso precise remover um ou outro pelo grosso. Se for depilar, prefira cera morna, que é menos agressiva. Algumas das alternativas para quem já tem o hábito de se depilar sozinho(a), incluem lâminas prontas com cera fria e cremes depilatórios (que não arrancam os fios, apenas os enfraquecem e os mantêm com a raiz).

Depile o rosto sempre de três a quatro horas antes de sair de casa, pois a depilação pode acabar causando uma irritação na pele e deixando-a avermelhada.

Peito

Mulheres que possuem pelo no bico dos seios podem removê-los com pinça ou aparar com tesourinha. Se tiver muito pelo, use cera morna. “Homens que recorrem à depilação do tórax também utilizam preferencialmente este método”, revela Fátima.

Virilha

É uma região bastante sensível e dolorida para depilar. O uso de lâminas pode provocar alergia e coceira em algumas pessoas, por isso, é mais indicado usar cera morna e descartável.

De acordo com Fátima, as alternativas mais pedidas desde sempre são à base de mel e algas marinhas, mas sempre aparecem novidades como as ceras de chocolate e de lama negra. Nesta área do corpo também não se recomenda a remoção de pelos com aparelhos de cera em roll-on ou elétricos.

Região íntima

A depilação cavadíssima (que remove quase ou todos os pelos da região da vagina e do ânus) exige cuidados de higiene e a escolha de um local certificado para fazê-la. Assegure-se de que as ceras e utensílios utilizados, como espátulas, são descartáveis para evitar a contaminação por fungos e bactérias.

Se for fazê-la sozinha, evite o uso de lâminas. Como a visibilidade da região íntima é muito ruim, podem acontecer acidentes facilmente, o que aumenta o risco de infecções.

As opções de cremes depilatórios também devem ser usadas com parcimônia. Por serem químicos, podem causar reações alérgicas graves na região das mucosas, que são muito sensíveis. Converse com um dermatologista e faça o teste de pele sempre antes de usá-lo.

A aplicação dói?

Tudo vai depender da técnica utilizada e do seu tipo de pele. De acordo com a dermatologista Analupe Webber, a sensibilidade à dor é subjetiva, então o mesmo procedimento pode ser dolorido para uma pessoa e para outra não.

No geral, quem faz depilação a laser ou luz pulsada podem sentir dor, mas é um procedimento rápido e com grande benefício, além disso, a dor pode ser amenizada com produtos anestésicos.

Profissionais que podem fazer

A legislação não define quais são os profissionais aptos a realização de depilação. No entanto, a recomendação é que seja feita com a avaliação de um dermatologista. Os métodos mais convencionais, como lâmina, creme e cera, também podem necessitar de supervisão médica caso surjam complicações no paciente.

“Deve-se procurar um especialista quando há lesão após a depilação. A mais comum é a foliculite, quando a pele fica cheia de bolinhas. As pessoas de pele morena também podem apresentar manchas ao longo do tempo, nas áreas de depilação”, diz Analupe Webber.

Quantas sessões são necessárias?

Segundo a dermatologista Renata Suzano, a média de sessões indicada para o procedimento depende do método escolhido: se for depilação definitiva ou temporária. As depilações temporárias são feitas semanal ou mensalmente, enquanto as definitivas pedem entre quatro a oito sessões a cada um ou dois meses.

Cuidados antes e depois da depilação

Alguns cuidados precisam ser tomados antes e depois da depilação para evitar alergias e outras complicações; são eles:

  • Não usar cremes, óleos e hidratantes antes de se depilar
  • Limpar a pele com produtos antissépticos algumas horas antes
  • Tentar alternar os métodos para reduzir pelos encravados
  • Fazer esfoliações com uma bucha vegetal para facilitar a saída dos fios
  • Se for se depilar sozinho(a), deixe a água morna escorrer na região por três minutos antes de começar o procedimento
  • Após a depilação, nunca passe álcool e cremes (no máximo, uma loção pós-depilatória relaxante). A pele deve permanecer seca para inibir o desenvolvimento de bactérias
  • Procure depilar-se à noite, pois a pele terá mais horas para ficar longe do sol e de roupas apertadas e irá se recuperar melhor
  • Use hidratante só após 24 horas. Se a região ficar irritada, faça compressas com chá de camomila
  • Evite tomar sol 48 horas antes e 78 horas após a depilação para não manchar depois ou se machucar durante o processo de remoção dos pelos
  • Evite expor a pele à água do mar e usar perfumes por 24 horas após a depilação, para não haver irritações
  • Se você tem tendência a apresentar vasinhos, evite as ceras e a pinça, pois favorecem o rompimento deles. Prefira lâmina ou creme depilatório químico.

Contraindicações

As principais contraindicações da depilação é:

  • Pessoas que precisam se expor ao sol logo após a depilação: isso pode causar manchas
  • Peles que estiverem com qualquer tipo de irritação, como pele lesionada, com vermelhidão, ferida ou queimadura
  • Peles que estiverem fazendo tratamento com qualquer tipo de ácido
  • Pessoas que estão no período da TPM ou com sistema imunológico baixo, pois nesse período a dor é maior
  • Peles que estiverem extremamente queimadas de sol.

Além disso, a dermatologista Carla Bortoloto alerta que as grávidas não podem ser submetidas a nenhum procedimento a laser, luz pulsada ou eletroterapia. Não existem estudos científicos de segurança para esse tratamento durante o período gestacional.

Possíveis complicações/riscos

Esse tipo de procedimento pode causar hiperpigmentação e hipopigmentação (manchas escuras e claras na pele), dor, vermelhidão, hipertricose paradoxal (o crescimento repentino dos pelos em vez de sua redução), irritação, coceira e formação de pequenas feridas na pele.

Nestes casos o médico pode recomendar corticoides de uso local, hidratantes e antialérgicos. Por isso, é muito importante que o método seja realizado por um profissional apto.

Resultados da depilação

Métodos de depilação com cera, lâmina e pinça permitem que a pessoa esteja livre dos pelos por alguns dias. Já os recursos tecnológicos, como laser e fotodepilação, são procedimentos com grande eficácia em que os pelos tendem a não voltar, embora o sucesso do tratamento dependa do uso de equipamentos adequados e aplicação correta pelo profissional.

Fonte: Minha Vida

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Se você souber o que pílula do dia seguinte faz, vai torcer para não precisar usá-la

As altas doses de hormônios presentes na pílula do dia seguinte podem prejudicar a saúde da mulher de várias maneiras, inclusive alterando todo o ciclo menstrual.

Não é a toa que ela também é chamada de contraceptivo de emergência, ou seja, deve ser utilizada somente em casos extremos, quando outros métodos anticoncepcionais falharam, como quando a camisinha estoura ou a mulher esquece de tomar a pílula, por exemplo.

É claro que, em situações emergenciais, quando algum método falha ou a mulher está completamente desprotegida, ele é um método indicado e seguro. Isto, no entanto, não pode virar uma regra e nem ser de uso contínuo. Isto porque, como o próprio nome diz, é um medicamento para situações emergenciais e esporádicas e não para ser usado com regularidade ou método contraceptivo.

Efeitos colaterais da pílula do dia seguinte

O médico sexologista e terapeuta sexual Dr. João Borzino explica que o exagero na ingestão da pílula do dia seguinte pode causar efeitos colaterais indesejados, como dores de cabeça, nas mamas, vômitos e náuseas. Além de problemas mais graves, como trombose.

A alta taxa hormonal deste contraceptivo de emergência tende a formar coágulos no sangue. Especialmente em mulher obesas, diabéticas, fumantes e hipertensas. “O coágulo pode parar no pulmão e causar embolia, colocando a mulher em risco de vida”, explica.

Contraceptivo de emergência

O médico alerta, ainda, que se a pílula do dia seguinte for tomada de maneira indiscriminada, ela vai perdendo o efeito de evitar uma gravidez indesejada. “Fica cada vez menos efetiva e você corre um risco cada vez maior de engravidar”, afirma.

Dr. Borzino recomenda que este contraceptivo de emergência só seja utilizado na falha de outro método anticoncepcional ou em situações emergenciais. O especialista ainda lembra que o medicamento impede a gestação, mas não as doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: VIX

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Herpes, micose e insolação aumentam no verão. Aprenda a identificar e tratar

A partir do momento em que entra no organismo, através do contato íntimo durante uma relação sexual, sem a proteção do preservativo, o vírus do herpes simples (HSV) se aloja na camada mais profunda da pele – a camada basal – de onde retira as substâncias necessárias para sua replicação. Em torno de dez ou quinze dias após a infecção, aparecem os primeiros sintomas da doença. O primeiro sinal de que a pessoa está infectada é uma mancha avermelhada nos genitais externos, sobre a qual se forma um grupo de pequenas bolhas. Depois de alguns dias, elas se transformam numa ferida que cicatriza espontaneamente. Uma vez dentro no organismo, dificilmente o vírus será eliminado, porque se aproveita do material fornecido pelas células do hospedeiro para multiplicar-se e contaminar outras células, preferencialmente as raízes nervosas locais, onde após a erupção cutânea, retornam e ficam silenciosas até nova manifestação.A multiplicidade de parceiros é um fator importante na história epidemiológica de como o vírus do herpes atua na transmissão, perpetuação e manutenção das lesões. O vírus é transmitido quando do aparecimento das lesões cutâneas. Na fase de cicatrização, a contaminação é menor, mas estima-se que 15% das pessoas continuam eliminando o vírus e são potenciais transmissores da doença.

Até algum tempo atrás, o vírus do herpes labial – herpes simples tipo 1 – manifestava-se somente na região da boca, do nariz e, às vezes, dos olhos e que a infecção pelo vírus do herpes genital – herpes tipo 2 – estaria limitada às regiões genital, anal e às nádegas. No dias de hoje, a prática do sexo oral e de outras modalidades de relações sexuais favoreceu a infecção pelo vírus do tipo 2 nos lábios e do tipo 1 nos genitais. Apesar de ser mais freqüente encontrar o tipo 1 nos lábios e o tipo 2 nos genitais, nada impede a presença de ambos tanto na região genital quanto na oral.

Lesões herpéticas

o caso do herpes labial, as lesões herpéticas podem aparecer após exposição solar intensa e, às vezes, se manifestam em meio a episódios de diarréia, vômitos e febre, característicos da gastroenterocolite aguda. Devido a esta simultaneidade de eventos: febre, diarréia e herpes labial ligado à perda de defesa, chamamos de febre intestinal as vesículas que aparecem nos lábios. São pequenas vesículas, como se fossem bolhinhas de água, que se distribuem em forma de buquê.

Durante a primeira manifestação do vírus, que chamamos de primo-infecção, as lesões podem ser extremamente agressivas, porque o organismo reconhece o vírus como um estranho e o sistema de defesa não está preparado para este ataque . Conseqüentemente, as bolhas podem romper, sangrar e provocar alterações na cicatrização dos genitais. O mesmo acontece com o herpes labial. A primo-infecção nos lábios pode envolver a gengiva e provocar sangramento e infecções. As recidivas costumam ser mais amenas, porque o sistema de defesa já poderá desenvolver anticorpos e estará capacitado para fazer com que a doença seja autolimitante.

Ardor e prurido são sinais que podem anteceder às erupções cutâneas causadas pelo herpes. O sintoma mais comum é o ardor, porque o vírus além de agredir as células da epiderme, transita pela bainha do nervo. Em se tratando de herpes genital, esses sintomas podem manifestar-se na raiz da coxa e nas nádegas. Às vezes, surgem ínguas, ou gânglios reacionais inflamatórios, devido à presença do vírus.

No homem, as vesículas do herpes genital costumam aparecer na haste do pênis e na glande e, às vezes, dentro do canal da urina, no meato uretral. Nesses casos, além de dor e ardor no local da lesão, o paciente pode apresentar disúria, ou seja, dor ao urinar.

Nas mulheres, as vesículas ficam situadas nos grandes lábios. Às vezes, aparecem no interior do meato uretral e não são visíveis, provocando dor intensa ao urinar. É sempre muito importante investigar a presença das vesículas no interior do canal da urina, uma vez que elas podem atingir a região anal e peri-anal e daí se disseminarem, se o sistema de defesa da paciente estiver debilitado. Se a mulher grávida tiver herpes pode transmitir o vírus para o feto, o que pode provocar um aborto espontâneo. Se a transmissão do vírus ocorrer no canal do parto, pode causar menigoencefalite no bebê. Além disso, o vírus pode ser transmitido também por via vertical. O herpes congênito é uma doença extremamente grave e letal, como a sífilis e a toxoplasmose.

Diagnóstico e tratamento Na primeira fase, o diagnóstico da doença é simples. Ele pode ser feito levando em conta a história do paciente e a avaliação clínica das lesões. Existe um teste laboratorial para respaldar o diagnóstico. Colhe-se o material das bolhas para ver o efeito citopático que a agressão do vírus produziu nas células ou a determinação da taxa de anticorpos circulantes na corrente sangüínea contra este vírus.

O aciclovir é o medicamento empregado no tratamento do herpes simples que necessita da ação enzimática do vírus para transformar-se num medicamento eficaz para matá-lo ou impedir que ele continue sua cadeia de multiplicação. Durante o mecanismo de evasão, quando o vírus está em estado latente, escondido no gânglio neural, não adianta tomar a medicação porque esta não fará efeito. O medicamento só deve ser usado quando não houve o mecanismo de evasão, isto é, quando a vesícula está presente. As vesículas do herpes costumam regredir espontaneamente, mesmo sem tratamento, porque o organismo possui um sistema de defesa programado para limitar a erupção cutânea.

O sistema de defesa do nosso corpo não bloqueia uma possível recidiva ou uma agressão mais virulenta do HSV. Limita apenas a lesão na pele. Por isso, nos indivíduos imunocompetentes, as lesões costumam regredir espontaneamente, permanecendo, em média, 5 dias.

Algumas pessoas costumam passar uma pomada ou um creme no local da lesão. O que é condenável, se não for um remédio prescrito por um médico, pois determinadas medicações favorecem o prosseguimento da lesão cutânea e a proliferação de bactérias ao redor da lesão inicial.

Fonte: Minha Vida

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