Pazuello apresenta ações do Ministério da Saúde para enfrentamento da Covid-19 a deputados e senadores

 

Vacina, medicamentos e equipamentos foram temas debatidos durante videoconferência com parlamentares que acompanham o combate à pandemia

Em videoconferência com parlamentares da Comissão Mista Temporária de Covid-19 do Senado Federal, realizada nesta quinta-feira (13/08), o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou as ações da Pasta para o combate à pandemia da Covid-19. Pazuello destacou o esforço do Governo Federal e da Pasta nas iniciativas de enfrentamento ao coronavírus. Desde fevereiro, quando foi relatado o primeiro caso da doença no país, o Ministério da Saúde já recebeu R$ 41,7 bilhões em recursos extraordinários relacionados à pandemia. Desse total, cerca de R$ 20 bilhões (48,1%) foram destinados aos estados e municípios.

Entre as ações do Ministério da Saúde, Pazuello listou a entrega de 19,4 milhões de unidades de medicamentos distribuídos a todos os estados, incluindo 5,2 milhões de unidades de cloroquina.

Outro ponto destacado pelo ministro foi a distribuição dos kits de intubação, usados em pacientes graves que necessitam de ventilação mecânica na UTI. De acordo com Pazuello, foram realizadas aquisições administrativas diretas desses medicamentos com as empresas, totalizando mais de 3,4 milhões de anestésicos.

Ainda na estratégia para aquisição dos medicamentos de intubação, o Ministério da Saúde homologou, na quarta-feira (12/08), o Pregão Eletrônico para a compra desses remédios. “Os estados e municípios poderão aderir a Ata de Registro de Preço de forma equilibrada e preço único. Isso tudo foi realizado em 20 dias. Praticamente um esforço de guerra”., ressaltou o ministro.

A Pasta também adquiriu medicamentos em licitações internacionais. “Além das requisições administrativas, nós fizemos aquisições internacionais junto à OPAS, junto ao Uruguai e estamos também fazendo uma terceira etapa com a União Europeia. Os medicamentos da Operação Uruguai já foram recebidos, com apoio do Ministério da Defesa, e distribuídos para estados do sul. Os medicamentos da OPAS estão para chegar esta semana. Os do acordo da União Europeia, nos próximos 15 dias”, afirmou.

ESTRATÉGIAS DE TESTAGEM

Durante a audiência, o Ministério da Saúde apresentou a estratégia de testagem no Sistema Único de Saúde (SUS). Ao procurar o serviço de saúde, o paciente será encaminhado a uma área específica para o acolhimento de pessoas suspeitas de Covid-19. “Caberá ao médico diagnosticar e indicar a melhor testagem e tratamento precoce diante dos sintomas relatados pelo paciente”, explicou Pazuello.

O governo do Brasil aumentou, ainda, a capacidade da rede dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENS) para o processamento das amostras coletadas. Já foram distribuídos 13,3 milhões de testes em todo o país – 5,4 milhões de RT-PCR (molecular) e outros 7,9 de testes rápidos (sorológico). A ideia é chegar a 24,5 milhões de testes moleculares e 22 milhões de testes sorológicos.

Além disso, o Ministério da Saúde está adquirindo kits de coleta para exames RT-PCR; equipamentos e insumos laboratoriais. Essa aquisição faz parte da fase 2 de ampliação da capacidade dos LACENS com quatro plataformas – Fiocruz, DASA, Curitiba e Fortaleza -, para que chegue ao processamento de 47,1 mil testes por dia.

EQUIPAMENTOS

O ministro informou aos parlamentares da entrega de quase 10 mil ventiladores pulmonares aos estados e municípios, adquiridos de empresas nacionais; mais de 11 mil leitos de UTI habilitados exclusivamente para o atendimento de pacientes com Covid-19, com investimento de R$ 1,7 bilhão. A Pasta adquiriu e distribuiu, ainda, 241 milhões de unidades de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para profissionais que atuam na linha de frente no combate à doença nos estados e municípios.

VACINA

O ministro ressaltou que o governo do Brasil está atento a mais de 200 tipos de vacinas em desenvolvimento em todo o mundo e garantiu que o país irá adquirir aquela que se mostrar mais eficaz e segura no menor espaço de tempo possível. “A [vacina] mais promissora é a AztraZeneca, de Oxford. O nosso parque industrial está pronto para receber os equipamentos e insumos para a fabricação das vacinas”, destacou Pazuello.

Por fim, o ministro interino da Saúde, manifestou pesar pelos óbitos em função da pandemia e se solidarizou com as famílias afetadas. O Brasil já contabiliza mais de 2,3 milhões de recuperados e ressaltou a importância SUS.

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Brasil registra 2.356.640 casos de pessoas recuperadas

Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 18h00 desta quinta-feira (13/08)

O Brasil ultrapassou, na última semana, dois milhões de recuperados da Covid-19. Em todo o Brasil, são 2.356.640 de pessoas curadas da doença. No mundo, estima-se que pelo menos 13 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (762.773), que são os pacientes que estão em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (73,1%). As informações foram atualizadas às 18h00 e foram enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

A doença está presente em 98,4% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.877) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 3.785 municípios tiveram registros (68%), sendo que 768 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

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O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 63,4 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 47,3 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 16,1 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 216,6 milhões de EPIS, mais de 13,3 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde, em apoio irrestrito a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 9.679 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil tem 3.224.876 casos confirmados da doença, sendo 60.091 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

Em relação aos óbitos, o Brasil possui 105.463 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registradas 1.262 mortes nos sistemas oficiais, a maior parte aconteceu em outros períodos, mas tiveram conclusão das investigações com confirmações das causas por Covid-19 apenas neste período. Assim, 344 óbitos, de fato, ocorreram nos últimos três dias. Outros 3.411 seguem em investigação.

CENÁRIO INTERNACIONAL

Até o dia 8 de agosto, o Brasil ocupava a segunda posição em relação ao número de casos (3.012.412) e ao registro de óbitos (100.477). Contudo, quando considerado o parâmetro populacional, por milhão de habitantes, entre os países de todo o mundo, o Brasil ocupa a 8ª posição em relação aos casos (14.334) confirmados e a 9ª em relação aos óbitos (478). A medida populacional é a taxa padrão para comparações entre os países.

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6 motivos para não deixar a serotonina baixa

Nosso organismo precisa funcionar em constante união. Os hormônios, substâncias, órgãos e sistemas precisam estar em harmonia para garantir a saúde ideal e o bem-estar que o corpo precisa. Porém, quando surgem dores de cabeça, casos de insônia ou irregularidades no humor, os problemas podem ter relação com a serotonina baixa.

O neurotransmissor é um dos responsáveis por manter o organismo em pleno funcionamento, estabelecendo comunicação entre as células nervosas e o cérebro. Quando o corpo encontra dificuldades para realizar este fluxo, os sinais físicos e psicológicos surgem.

Acompanhe algumas dicas do Laboratório Unidos e conheça alguns motivos para não deixar a serotonina baixa no organismo.

O que é neurotransmissor?

Os neurotransmissores são substâncias químicas responsáveis por manter a comunicação entre o cérebro e o corpo. É graças aos neurotransmissores que nossos neurônios conseguem enviar mensagens entre si, fator que faz nosso organismo funcionar em perfeita harmonia.

Quando produzimos a quantidade ideal de neurotransmissores, nossos neurônios conseguem enviar mensagens para todas as partes do corpo, comandando cada movimento.

serotonina é um neurotransmissor presente no cérebro, no sistema digestivo e nas plaquetas do sangue. A atuação da substância é responsável por coordenar diversos quesitos, incluindo o humor, apetite e até mesmo a frequência cardíaca.

Depressão

Muitas pessoas associam a falta de serotonina com a depressão. Como a substância é um neurotransmissor e tem como objetivo encaminhar mensagens do nosso cérebro para o corpo, pesquisas indicam que a serotonina baixa pode causar problemas de saúde mental.

Nos casos em que a doença é diagnosticada, o médico pode receitar medicamentos que estimulam a produção e a ação da substância no cérebro.

Entretanto, nos últimos anos, esta relação vem sofrendo com alguns questionamentos. O motivo é que existe a baixa concentração de serotonina no cérebro de pessoas que tentaram suicídio, mas o mesmo nível não é encontrado em pessoas deprimidas.

Irregularidade no humor

Como a substância é responsável por controlar o humor, a serotonina baixa pode afetar nossas emoções, incluindo a felicidade e a tristeza.

Este fator é decisivo para contribuir com as situações em que a pessoas vivência a alegria extrema e a tristeza em poucas horas.

Enxaqueca

Quem convive com a enxaqueca sabe como a dor pode ser incapacitante. Náuseas, sono, irritabilidade e sensibilidade à luz são os principais sintomas, acompanhados daquela sensação de que a cabeça está latejando.

O nível de serotonina baixa tem relação com as crises, isso porque os medicamentos receitados para a enxaqueca atuam nos receptores do neurotransmissor, contribuindo com a disponibilidade da substância.

Assim, o medicamento realiza uma função que deveria ser do organismo, mas que não acontece.Como reação, o indivíduo sente alívio e bem-estar, fatores que diminuem as crises.

TPM

A serotonina baixa também pode estar relacionada com as famosas dores da TPM.Quando nosso cérebro não consegue enviar todas as mensagens para o corpo, nosso organismo começa a reagir.

No caso da TPM, acontecem as contraturas uterinas, proporcionando aquela sensação de dor e incômodo na maioria das mulheres.

Saciedade

Os níveis de serotonina baixa também estão relacionadas com a sensação de saciedade. A ligação entre ambas ocorre no hipotálamo, principal responsável por ligar o sistema nervoso e endócrino.

Assim, quando o indivíduo está com nível baixo do neurotransmissor, há vontade de consumir doces e massas, aumentando a sensação de saciedade e, consequentemente, de alegria.

A sensação de felicidade, neste caso, está ligada ao consumo de açúcar e o aumento da serotonina no organismo.

Cuidado com o bem-estar

Já deu para perceber a importância de manter nosso corpo em perfeito funcionamento para garantir saúde e bem-estar. 

No caso da serotonina baixa, há irritabilidade no humor e ansiedade, fatores que podem afetar as atividades do dia a dia e a performance do indivíduo na vida pessoal ou profissional.

Se você está sentindo algum desses sintomas, procure um médico. Ele será responsável por avaliar o caso e planejar o tratamento adequado.

Se precisar realizar exames, entre em contato com o Laboratório Unidos. Nosso objetivo é promover os cuidados e proporcionar uma boa qualidade de vida.

Agende um horário em uma das nove unidades do Unidos. Aproveite para cuidar de você.

Fonte: Laboratório Unidos

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Menstruação ou Sangramento de Nidação: quando vale fazer um teste de gravidez?

Se um dos seus sonhos é ser mãe, preste atenção no seu ciclo menstrual. Uma determinada alteração nele pode indicar que o desejo está próximo de se realizar.

Esta alteração é o sangramento de nidação. Ele não ocorre em todas as mulheres, mas quando ocorre, apresenta algumas características que o diferem da menstruação regular.

Tanto o sangramento de nidação, quanto a menstruação possuem semelhanças. E são elas que causam confusão em muitas mulheres que querem (ou não) engravidar.

Pensando nisso, preparamos esse texto para te ajudar a esclarecer as semelhanças e diferenças entre menstruação e sangramento de nidação, e quando vale fazer um teste de gravidez para tirar a dúvida.

Desejamos uma boa leitura!

O sangramento de nidação para mulheres que querem engravidar

O sangramento de nidação ocorre quando o embrião finalmente se fixa no endométrio. O endométrio é o tecido que reveste a parede interna do útero, e uma de suas funções é receber a implantação do embrião no estágio inicial da gravidez.

Por essa razão, ele é muito aguardado pelas mulheres que estão tentando engravidar. Sua aparição indica que o processo de fixação provocou a ruptura de pequenos vasos, acarretando na descamação deste tecido. Essa descamação é o sangramento de nidação.

Este sangramento pode ser identificado como nidação por meio de algumas características específicas, tais como:

  • Coloração que pode variar do vermelho claro ao amarronzado;
  • Pouca quantidade;
  • Pouco volume;
  • Duração de dois a três dias, sem fluxo.

Vale lembrar que o sangramento de nidação não é uma regra. Nem todas as mulheres conseguem constatar a gravidez pela ocorrência deste sangramento, já que ele pode se mostrar ausente no processo. Vai depender do organismo da mulher.

Sangramento de nidação ou Menstruação?

Uma das principais questões levantadas sobre o sangramento de nidação é quando ele é confundido com a menstruação – o que se torna frustrante para as mulheres que estão tentando engravidar.

Antes de diferenciar o sangramento de nidação da menstruação, vamos explicar o que é e quais são as principais características da menstruação.

A menstruação ocorre quando não há a nidação do embrião no útero da mulher. Assim, o tecido que reveste a parede interna do útero – o endométrio – sofre alterações hormonais e descama.

A descamação do endométrio, é a “expulsão” de sangue e de tecido interior uterino por alguns dias – o que caracteriza o início do fluxo menstrual.

Tanto a nidação quanto a menstruação ocorrem pela descamação do endométrio, mas por razões diferentes. Enquanto a nidação ocorre pela ruptura de vasos devido à aderência do embrião no endométrio, a menstruação flui justamente pela ausência de embrião.

Muitas mulheres confundem a nidação com a menstruação quando há a consumação de relação sexual durante o período fértil – no 14º dia do ciclo menstrual. É o período em que ocorre a ovulação, aumentando as chances de gravidez com a possibilidade de fecundação.

Se este for o caso e havendo fecundação de fato, esse sangramento de nidação pode acontecer no início do que seria o seu ciclo menstrual habitual – ou seja, no 28º dia do ciclo menstrual, no caso de uma menstruação regular.

Por outro lado, outras hipóteses devem ser consideradas para a existência desse sangramento. Em alguns casos, a menstruação pode começar rala, até ganhar forma e se tornar mais espessa posteriormente, não havendo fecundação.

Portanto, a nidação e a menstruação se confundem constantemente, gerando expectativa e ansiedade na mulher.

Como diferenciar o sangramento de nidação da menstruação?

A diferença entre o sangramento de nidação e a menstruação se dá pelas características do sangue e de seu fluxo.

Enquanto o de nidação não apresenta fluxo, exibe pouca quantidade e dura entre dois e três dias, o sangramento oriundo da menstruação é contínuo, tende a ter um volume e quantidade maior, e pode durar entre quatro a sete dias.

Essas características centrais diferem a nidação da menstruação. Porém, cada corpo reage de uma forma diferente. A melhor forma de averiguar qual pode ser o seu caso é em uma consulta com o ginecologista, que vai recomendar um teste de gravidez.

Escape por privação de medicamento

O sangramento de nidação também pode se confundir com outra circunstância: o escape por falta de medicamento recorrente.

São casos de sangramentos que ocorrem quando a mulher se esqueceu de tomar algum medicamento que visa a prevenção da gravidez, como a pílula anticoncepcional. O mesmo pode acontecer quando a mulher ingere a pílula do dia seguinte.

Neste caso, o escape é considerado um sangramento irregular, fora do tempo em que se é esperado no ciclo menstrual.

O sangue de escape possui características bem parecidas com o sangramento de nidação. Ele também não é contínuo, tem pouco volume e possui tom amarronzado.

Por isso ele é muito confundido e pode acabar gerando pânico em mulheres que não desejam engravidar.

Porém, o sangramento de escape por privação de medicamento é uma das reações já esperadas por conta da ausência de regularidade de um remédio contraceptivo.

Se for o seu caso, espere chegar o dia do início do fluxo menstrual. Em sua ausência, procure um médico especialista para realizar os devidos exames que vão constatar ou não gravidez.

Considerações finais

Embora o sangramento de nidação possua características próprias, ele pode ser confundido com a menstruação. Ambos se assemelham em alguns aspectos, que podem causar ansiedade em mulheres que desejam engravidar.

É recomendado aguardar a chegada do ciclo menstrual para certificar. Em sua ausência, entrar em contato com o médico especialista é a melhor solução. O pedido de um teste de gravidez vai confirmar o quadro e tirar as suas dúvidas.

Se ainda houver questões acerca desse assunto, não deixe de entrar em contato com uma equipe especializada e que possa te ajudar a sanar quaisquer dúvidas sobre ciclos e gravidez.

Fonte: Nilo Frantz

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Dor pélvica durante a gestação? Saiba como aliviar esse incomodo

A dor na região pélvica é bastante comum durante a gravidez. Cerca de metade das gestantes sofrem de algum tipo de dor nas costas ou na pelve.

Essa dor pélvica púbica pode ter início já no primeiro trimestre da gestação ou pode aparecer nos dias que antecedem o parto. Na maior parte das vezes ela aparece durante o segundo trimestre, quando o peso sobre a bacia passa a ser maior.

Mas por que isso acontece?

Durante a gestação o corpo produz um hormônio chamado relaxina  que torna mais elásticos os ligamentos da pelve e em outras articulações. O objetivo é ajudar a passagem do bebê na hora do parto. Por causa dessa maior elasticidade dos ligamentos as articulações ficam mais “soltas” ao longo da gravidez. Além disso, na gravidez, sua postura e sua força muscular se modificam para acomodar o bebê. Com tudo isso, as articulações, os ligamentos e os músculos da região pélvica acabam sendo muito pressionados.

Nos casos mais graves, a dor pélvica recebe o nome de disfunção da sínfise púbica. É uma dor que chega a ser incapacitante e precisa de tratamento.

Na maioria das vezes, a dor pélvica da gravidez ocorre em apenas um lado e pode se concentrar nas nádegas. A dor pode ainda se irradiar pelas nádegas ou pela parte de trás das pernas. Movimentos como abrir as pernas na posição agachada e deitada costumam ser muito doloroso.

Se a dor aparecer no finalzinho da gravidez, talvez seja porque a cabeça de seu bebê esteja se encaixando dentro da pelve. Nesses casos a dor desaparece após o parto.

A dor na pelve ou a disfunção da sínfise púbica não atrapalha a mulher a ter o parto normal e nem provoca problemas no parto.

Há algumas medidas que você pode tomar para amenizar a dor pélvica durante a gestação:

  • Evite deitar de barriga para cima, principalmente com as pernas esticadas. Se tiver que ficar nesta posição, coloque uma toalha ou um travesseiro enrolado atrás das costas, na altura da cintura, e dobre os joelhos.
  • Se você tem dores ao se virar de um lado para o outro na cama, tente a seguinte técnica para se levantar: abrace os joelhos, trazendo-os o mais perto possível do peito; contraia os músculos da barriga e do assoalho pélvico e “role” para a frente para se sentar. Esse movimento ajuda a manter a pelve no lugar.
  • Faça exercícios para o assoalho pélvico (Exercícios de Kegel) regularmente, pois eles fortalecem as articulações da pelve.
  • Faça fisioterapia pélvica para tratar e diminuir as dores. Tratamentos com exercícios de Kegel, terapias manuais, reeducação postural, alongamentos, fortalecimentos, hidroterapia, osteopatia dentre outros, têm excelentes resultados e faz com que a gestante tenha um bem-estar enorme no final da gestação.

Cuide-se para ter uma gestação saudável e sem dor. Procure por profissionais especializados na área para sua maior tranquilidade e conforto.

Referências: ANDRADE, Punzio. Tratado de fisioterapia em Saúde da Mulher – Edit. ROCA BARACHO, E. Fisioterapia Aplicada a Obstetricia. 30 Ed. Rio de Janeiro: 2002 BIO, E.; BITTAR, RE.

Fonte: Tribuna de Minas

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